Ok. Sei que estamos sendo repetitivas, afinal, já temos um post sobre o Beirute. Mas vamos, exclusivamente hoje, postar um outro texto sobre o bar.

Motivos: 1) A falta de comunicação entre as passadas integrantes fez com que escrevêssemos dois posts ao mesmo tempo. Ruim? Que nada! É ótimo ler a versão da nossa escrivinhadora oficial: Dani dos Anjos. 2) Fomos aos DOIS BEIRUTES: Asa Sul e Asa Norte. Portanto, DOIS POSTS, DUAS VERSÕES, DAS DUAS DANIS DO DE BAR EM BAR. Segue a versão da Dani Pereira:

Quibeirute: iguaria tradicional do bar mais tradicional de Brasília

Finalmente o De Bar Em Bar realiza sua primeira visita oficial ao Bar mais tradicional de Brasília: o BEIRUTE. A visita foi uma tentativa de render homenagem à nossa cidade. No dia em que Brasília comemorava seus 50 anos, nós não tivemos descanso e fomos “trabalhar” pelo nosso amado blog, celebrando o aniversário de uma forma bem brasiliense. Chato, né?! Mas… são os ossos do ofício!

Fundado em 1966, o estabelecimento é famoso pelo cardápio árabe e pela clientela. A fama é tão grande e tão antiga que, há cerca de 3 anos, a Asa Norte ganhou uma sede. O quibeirute (quibe recheado com queijo), iguaria da casa, é quase uma unanimidade nas mesas. Mas a tradição gastronômica vai além do quibe, já que o concorrido almoço se estende por horas. É quando a atmosfera familiar do almoço abre espaço para o clima mais boêmio da noite. Especialmente na Asa Sul, o bar é ponto de encontro freqüente de artistas. Experimente sair de uma apresentação teatral e ir ao bar, as chances de encontrar o elenco são grandes!

O local também chama a atenção pela simpatia com o mundo GLBT. Ao contrário de alguns estabelecimentos da cidade, respeito pelas opções é regra no Beirute.

E os pontos positivos continuam. O Bar, que é conhecido pelo carinhoso apelido de “Beiras”, consegue fazer com que a Antártica Original seja ainda melhor: a cerveja é remexida de uma maneira Beirutiana que mantém a iguaria gelada, sem os pedaços de gelo!

Que fique a ressalva que nosso profissionalismo não permite revelar as vezes que freqüentamos este estabelecimento extra-oficialmente. Mas a parcialidade de nossa avaliação vale somente para uma das sedes: A Asa Norte.

Talvez seja a força do hábito, talvez seja porque não ligamos tanto assim para tradições (???) mas nossa visita ao Beirute da Asa Sul no aniversário de Brasília, após alguns anos de assiduidade ao da Asa Norte, nos deixou um tanto decepcionadas.

A noite não começou muito bem. O bar estava bem vazio (o que era ótimo!). E conseguimos uma mesa na área de não-fumantes (o que também era ótimo!). Mas trocamos o cheiro de cigarro pelo cheiro de cebola. Fica a dica: não se sente debaixo da janela da cozinha!.

Assim, demos início a nossa peregrinação de mesas. Foram 4 mudanças na tentativa de conseguir um lugar sem fedor (seja de cigarro ou de cebola) e que recebesse confortavelmente nossos convidados: Roger, Tiago, Leandro, Daria (direto da Itália) e Marano.

Nesta missão, ainda contamos com garçons nada prestativos. Na última vez em que mudamos de mesa, o garçom ainda perguntou se daríamos o calote na hora de pagar a conta. Caso fosse essa a nossa intenção, alertou o amigo, ele não arrumaria uma mesa pra 8 pessoas. Foi um início um tanto quanto decepcionante. Naquele momento, bateu uma leve saudade da Asa Norte…

[Detalhe: Para temperar ainda mais nossa chegada com o pé esquerdo, uma de nossas convidadas (que saiu bem mais cedo) teve de enfrentar um triste incidente: ela foi surpreendida por dois homens que estavam escondendo drogas na lataria do carro. Por sorte, foi só um susto.]

Trinta e dois minutos depois, bebemos nossa primeira cerveja…

O resto desta saga, os detalhes sobre os Beirutes (Norte e Sul, preços, comes e bebes etc), as avaliações e opiniões, etc você confere no post anterior da Dani dos Anjos. Não perca!

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